Notícias e Atualizações



sábado, 28 de fevereiro de 2009 

Classical Queen - 12/03/09 no Little Darling

Dia 12 de março, a banda Classical Queen estará no Little Darling, tocando os maiores hits do Queen, num show imperdível!
O Little Darling fica na:
Av. Iraí 229 Moema - São Paulo - SP
Fones (11) 5542 9912 / 5096 4035 

Mais informações:



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 

A&E exibe show do Queen de 1981

Um show realizado pelo Queen em 1981 vai ao ar no dia 1º de março pelo canal fechado A&E. Gravado no fórum de Montreal, no Canadá, a apresentação foi registrada em forma de documentário. O cantor Freddy Mercury interpreta canções consagradas como We Will Rock You, Love Of My Life, Save Me, Crazy Little Thing Called Love e We Are The Champions.
Maiores detalhes:

http://www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=1083605

 

Um presentinho para vocês...

Um amigo meu, Daniel, me enviou esta linda versão instrumental da música"These are the days of our lifes" ... e eu queria muito dividir com vocês. Espero que gostem tanto quanto eu!!!

clique aqui


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 

Carnaval, Queen - CarnaQueen

Olá fãs de Queen.. o carnaval está literalmente acabando, mas a animação rola solta por aqui.
Para quem não gosta desta festa brasileira muldialmente conhecida, informamos que tivemos o privilégio de curtir um Carnarock, sim um festival ( porque foram três dias) de muito rock in roll, em um clube de motociclistas no litoral Paulista. Além de ter inúmeras comunidades de pessoas que curtem: moto e rock, pudemos conhecer uma nova banda muito legal chamada: Uranos, que tocam desde Led Zeppelin, até Guns... mas claro, com destaque mais que especial para o Queen, até porque seu líder, o qual apelidamos de Slash pela cabeleira, é baixista... assim, músicas de Deacon, ganharam literalmente destaque.
Ficamos amigos da banda, claro, com direito a ganhar ( mais uma vez..) as baquetas autografadas... e de ter que dar até autógrafos ( heheeh) aos fãs que por um acaso descobriram esta fã e sua história com a banda... Enfim, combinaremos um show em breve aqui na cidade Paulista, e... no próximo ano, realizaremos um carnarock.. para os fãs de Queen.. que não gostam muito das globelezas...

Agora algumas news...

1)Vídeos do Flash Harry - Queen Tribute Band:

http://www.belfasttelegraph.co.uk/tv/flash-harrys-odyssey-1-14139773.html

Este link permite que você veja 3 vídeos da banda Irlandesa que homenageia o Queen.

2)Slash cita Queen no MySpace :

Falando em Slash... o original , nesta rede de relacionamentos, cita seus favoritos, entre eles Queen, claro!!!

Detalhes:

http://music.myspace.com/index.cfm?fuseaction=music.celebritypromo&artistid=420167906&playlistid=608467

3)Vote no álbum do Queen para melhor album de rock ao vivo de todos os tempos.. por enquanto estamos ganhando.. Mas ,seu voto é muito importante!!!

http://votenumber1.com/votebestlivealbum.html

4) Celebrando o Queen......

Em cerca de 2 horas, podemos ver a beleza da música do Queen sendo tocada pela orquestra, com vocais impecáveis.. é de arrepiar!!!

www.youtube.com/watch?v=awyTcBMB9Hs

5)Queen Tribute Promoção da Saúde Benefícios do Canto :

Dia 06/03 , Não é só uma homenagem é um projeto que ensina ás pessoas os benefícios do canto, desde a respiração que fortalece os pulmões e oxigena todas as células, até o fato de acaabr com o stress. Queen, será homenageado com a música Bo Hap...

Detalhes:
celebratingqueen@gmail.com
http://www.celebratingqueen.com/
www.myspace.com / thebohemianrhapsodyorchestra

Por enquanto é isso.. até breve!!


terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 

NA FILA DO SHOW - Queen em Sampa!

Magnum Borini produz documentários que retratam filas de shows que ocorrem no Brasil. Não poderia ter sido diferente com o show do Queen, assista o documentário abaixo e vote! com isso você possibilita que o mesmo apareça na tevê!




domingo, 22 de fevereiro de 2009 

Carnaval rolando! assim como as notícias

A)Fãs querem "reencontrar".....

(...)Freddie Mercury, ex-líder do Queen, que morreu de Aids em 1991, aparece na terceira colocação, seguido de perto por John Lennon. Bob Marley, Jimi Hendrix e Jim Morrison são outros músicos que já se foram, mas que, mesmo assim, figuram no top 10.(...)
http://www.sidneyrezende.com/noticia/30815+fas+querem+encontrar+elvis+presley

B)Carnaval....
carnaval já chegou à capital. Mas em vez de projeto com marchinhas, sambas e confetes, o UK Brasil Pub lança nesta quinta – e segue até a próxima terça – o Carnaval do Rock. Para dar início ao projeto nesta noite, foi convidada a banda Magoo. O repertório do show, às 22h, será baseado em sucessos de Barão Vermelho, Os Paralamas do Sucesso, U2, Queen, entre outros. 
(...)
http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?materia=6270&secao=Programe-se&data=20090219


C)Lips, o game de karaokê do Xbox 360, é lançado no Brasil:

(...) Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/02/20/lips-game-de-karaoke-do-xbox-360-lancado-no-brasil-754512254.asp

D)Blocos de carnaval e boates são as opções de lazer para este final de semana. Confira a agenda cultural!

(...)Os fãs do grupo Queen tem uma ótima opção de lazer, às 22h. Vai rolar no Teacher's Pub um tributo a banda inglesa que fez sucesso nas décadas de 70 e 80. Os ingressos custam R$ 10,00. A casa fica na Rua Rômulo Samorini, 33, Praia do Canto, Vitório. Informações: (27) 3224-6509.
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/02/59654-blocos+de+carnaval+e+boates+sao+as+opcoes+de+lazer+para+este+final+de+semana+confira+a+agenda+cultural.html

E)Governo da Letónia demite-se 

(...)Em Setembro de 2008, Godmanis passou também pelo banco do baterista dos Queen, Roger Taylor, que substituiu por um tema quando a banda tocou em Riga, a capital. O tema era “All Right Now”, um clássico dos Free, a antiga banda do actual vocalista dos Queen, Paul Rogers.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1366077&idCanal=11


F)Kondendê estréia no Carnaval de Salvador
(...)No repertório, versões inusitadas de grandes hits, músicas autorais e clássicos do axé. São medleys que vão de U2 a Psirico. "We will rock you" (Queen) se mistura com "Cadê Dalila" Ivete Sangalo) e termina em "Fada" (Victor e Léo), por exemplo. 

http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2009/02/20/Bahia/Kondende_estreia_no_Carnaval_de_S.shtml


domingo, 15 de fevereiro de 2009 

Queen + Paul Rodgers pela América latina em 2008 por Lady Taylor

Lady Taylor escreveu uma bela resenha sobre os shows do Queen na América Latina, a Brasileira que mais viu shows do Queen escreve sobre a volta da banda:



Quando fui convidada para fazer a resenha dos shows do Queen, levei muito tempo pra aceitar, não porque temia este desafio, mas porque dentre tantos críticos de música, entendidos do assunto; só aceitei porque decidi fazer sob a ótica de uma fã... fã esta que pode ver Queen em março de 1981 e janeiro de 1985, quando a banda Queen imperava no mundo com seu vocalista Freddie Mercury, além de ter visto alguns concertos de Queen + Paul Rodgers, sua nova formação...

Clique aqui e leia o texto completo.


sábado, 14 de fevereiro de 2009 

Sobre Still Burnin'

Muitos fãs entraram em contato conosco a respeito do som  clássico das batidas de WWRY que se ouve em Still Burnin' do álbum Queen + PR "The Cosmos Rocks", perguntaram-nos se o áudio foi refeito ou se veio do original do álbum "News Of The World".

Perguntamos a Brian May que nos esclareceu o seguinte:

"Oi Lucas 

Ah sim! Still Burnin '.... as batidas de pé e as palmas? É uma auto-citação muito deliberada ! Mas ocorre em uma parte muito estranha do compasso !
Mais uma vez, algo que eu tive na minha mente durante muito tempo. 
Isso joga com a minha mente, assim como eu gosto de jogar com a de vocês! !

Eu fiz um sample de nossa faixa original de WWRY.
É um link com o passado! (tal como a música é ...) 
felicidades 

Bri"

"Hi Lucas

Ah yes !   Still Burnin' ....  the stamps and claps ?    It is a very deliberate self-quote !  But occurring in a very strange part of the bar ! Again, something I had on my mind for a long time.   
It plays with my mind, so I like to play with yours !! 

I sampled it from our original WWRY track.  
It's a link with the past !   (just as the song is ...) 
cheers 

Bri "

Então, está esclarecido! =)


 

SingStar Queen para Playstation 2 e 3 - TV AD


domingo, 8 de fevereiro de 2009 

Especial de Domingo: Entrevista completa de Brian à Record Collector

Prepare um chá, sente-se confortavelmente e com tempo para ler essa que é uma das entrevistas mais longas que Brian já concedeu. A tradução de Jessica Strasburg permite agora a você, ler em português o que a RECORD COLLECTOR publicou em Inglês em Janeiro de 2009 p. 66.


Entre nesta maravilhosa retrospectiva!



The Show Must Go On - BRIAN MAY [e PAUL RODGERS] falam com Jonathan Wingate, abaixo entrevista completa de May:

Você acabou de terminar o trabalho com o 'The Cosmos Rocks'. É difícil saber quando um álbum está pronto para ser lançado no mundo inteiro?

Bem, chega uma hora que eu só posso simplesmente ouvir o álbum... Eu quero que seja lançado e quero que deixe de estar em minhas mãos. Ontem eu estava terminando de mixar e masterizar e estava lindo, mas é meio aterrorizante deixar ser lançado. As últimas etapas são sempre estressantes, porque a maioria das decisões difíceis são deixadas para o fim. Tem sempre algumas coisinhas sobre as quais a gente não consegue chegar a um acordo... tudo aquilo que nos incomoda tem que ser eliminado.
Tem sido bem difícil - como em todos os CDs do Queen que eu já fiz - apesar de que você pode escolher chamar isso de Queen ou não (risos). Já foram dois anos começando e dando um tempo. Nós fizemos várias sessões, e a última delas durou cerca de três meses, o que quase me matou. Nós fizemos uma decisão crucial, que foi tocar ao vivo no estúdio. Isso foi fundamental. São tão poucos os álbuns hoje em dia em que se ouve pessoas tocando juntas numa sala, dá pra contar nos dedos. Nós pensamos, bem... nós podemos tocar e nós queremos tocar... então vamos tocar.

Você passou muito tempo debatendo se vocês deveriam acelerar os motores do Queen novamente?

Nós não o faríamos se não tivéssemos encontrado Paul. Milhões de pessoas que conseguiam cantar como Freddie nos foram sugeridas, e nós simplesmente não queriamos nenhuma delas. Aí, de repente eu me vi tocando com o Paul no aniversário da Fender, e teve uma química e um entendimento... Lembrava um pouco do jeito que eu interagiria com o Freddie. Houve, claramente, um momento "lâmpada", e nós achamos que poderia dar certo. Eu liguei imediatamente pro Roger e disse "sabe com quem a gente nunca pensou em tocar? Paul Rodgers." e ele disse "é uma ótima idéia." Nós todos tinhamos sido fãs do Paul e amávamos o Free; talvez o Freddie mais do que todo mundo.
Na verdade nós tivemos a oportunidade de tentar alguma coisa logo depois disso, quando nos convidaram para tocar no UK Music Hall of Fame, em 2004. O Paul também tinha sido avisado sobre alguma coisa parecida, então estava tudo mais ou menos preparado para nós. Nós tocamos 'All Right Now', 'We Will Rock You' e 'We Are The Champions'. E a ficha caiu pra todo mundo naquele momento e nós todos concordamos 'Meu Deus, não é que deu certo mesmo?'

Deve ser interessante ouví-lo interpretando suas músicas antigas?

A coisa mais legal pra mim foi ouvir Paul interpretando 'We Are The Champions' de um jeito completamente diferente e, de repente, a música ter agora significado e profundidade e nós percebemos que isso poderia ser não apenas uma continuação, mas também alguma coisa nova... Alguma coisa que valesse a pena fazer só mesmo por fazer.

Você vê isso como um projeto potencial de continuação que poderia ter uma vida além desse novo álbum?

Eu acho que nós vemos desse jeito sim... a decisão foi tomada há muito tempo. As pessoas diziam 'isso é um casamento?' e eu dizia 'não, não é um casamento, mas é um belo de um caso' (risos). É, com certeza divertido e, pela primeira vez, nessa turnê, nós vamos sair com material novo, o que põe as coisas de um jeito muito diferente.

O que você pode dizer que é tão especial sobre Paul Rodgers?

Eu não consigo analisar tanto, mas ele é um cantor tão excepcional em tantas coisas.. sua extensão, seu tom e suas qualidades de interpretação. Ele não canta em "linhas retas" e, muitas vezes eu e o Roger temos que dar melodias a ele, e, na hora que sai da boca dele, já foi reinterpretado e virou algo diferente. Paul realmente canta de coração, e, na verdade ele não consegue cantar se ele não sentir a música, então é aquele tipo de qualidade do blues que ele tem que chama tanto a atenção. Ele simplesmente não soa como mais ninguém e eu ja trabalhei com vocalistas o suficiente para saber (risos)

Quais você diria que são as principais diferenças entre Paul e Freddie?

Ritmicamente, são bem diferentes, porque Paul sempre interpreta tanto o ritmo como a melodia. Freddie era, instintivamente o cara "no tempo" e seu piano soava interessantemente como percussão às vezes e seus vocais faziam o mesmo... ele era como uma máquina de tiro. Paul está interpretando enquanto ele canta, então a gente tem que ser bem forte para proporcionar o "back" que ele precisa. Mas todos nós aprendemos muito - nós nos aproximamos bastante do jeito de pensar, e o mesmo ocorreu com ele em relação a nós, então nós nos encontramos no meio, em vários aspectos.
Freddie era incrível. Ele era Master-habilidoso, ele sempre aparecia com novas idéias, mas nunca foi egoísta e sempre deu tudo de si como um performer. Sabe, precisa ter habilidade para conseguir improvisar e se soltar no palco sem perder de vista as pessoas com quem você está tocando. Ele era maravilhoso em nos envolver em qualquer coisa que ele quisesse e quisesse que nós fizessemos, detalhadamente, além de se comunicar com a platéia. Ele era o canal mais fantástico. Ele estava sempre acelerado como performer e como um frontman, e, como frontman é o canal entre a banda e a platéia... ele era perfeito.

Quão importante é para você o fato de que o Cosmos Rocks pode ficar do lado do resto do catálogo do velho Queen?

Tudo que eu posso dizer é que os mesmos critérios foram aplicados.. é a busca pela excelência e pelos sonhos, então é exatamente como era antes. É difícil para mim dizer se soa "como o Queen", porque eu estou muito envolvido. Desde que Roger toque comigo eu acho que não podemos fazer nada a não ser "socar como o Queen".
Eu acho que o espírito do Queen está alí, e nós não ficamos, conscientemente pensando em colocar alí - nós simplesmente fizemos o que fazemos e demos nosso coração e nossa alma. Nós sentimos que Freddie está por perto de tantas maneiras. Nós nos referimos tanto a ele que eu sinto que ele é uma parte disso tudo.

Que ele está meio que tomando conta de vocês?

Não desse jeito estranho, não, apesar de ele aparecer em muitos dos meus sonhos de um jeito que chama a atenção, mas não de um jeito sobrenatural. Eu acho que ele está conosco porque nós trabalhamos juntos tão proximamente e entendíamos tão bem os sonhos de cada um e o espírito de criação entre nós era tão próximo que seria impossível fazer música sem que ele tivesse influenciado. Ele ainda está muito presente. Nós inclusive dedicamos o novo CD a Freddie e Paul Kossoff (guitarrista do Free morto em 1976 por problemas cardíacos causado pelas drogas).

Quão preocupado você está em dissipar o legado do Queen com esse trabalho?

Eu nunca estive preocupado, e, se isso soa arrogante, que seja. Eu sei dentro de mim o que tem integridade e o que não tem. Eu fui um dos criadores disso desde o começo e eu tenho uma idéia muito clara do que é bom para o nosso desenvolvimento, e também o que é apropriado, falando do legado de Freddie. Eu não tenho dúvidas de que podemos tocar as músicas do Freddie e reinterpretá-las e eu sei que ele iria amar isso, porque mantém a música dele viva e ainda a leva a novos lugares.

Muitos de seus fãs devem ter pensado 'O que raios eles estão fazendo?'

Bem... OK... eu me preocupei sim para não deixar rolar nada por 10 anos, ou seja lá quantos anos foram antes de começarmos com o Paul. Quanto tempo demorou entre 'Made In Heaven' e nosso encontro com Paul?
Durante esse tempo eu me preocupei em não querer fazer nada. Eu estava contente em não tocar como 'Queen', mas no momento em que aconteceu de encontrarmos Paul, eu não estava mais preocupado, porque você só pode fazer as coisas com seus sentimentos. Eu não vou pedir desculpas a ninguém pelo que eu fiz. Nós sempre seguimos nossos instintos e meus instintos me disseram que fazer este álbum era uma boa coisa a se fazer, e o mesmo aconteceu com o Roger... e, acredite, tem pouquíssimas coisas nas quais eu e Roger concordamos (risos). Ambos sentimos firmeza em Paul e nós sabíamos que, se Freddie estivesse conosco na sala, ele sentiria o mesmo. Então nós não nos preocupamos com isso... As preocupações foram de outras pessoas, na verdade.

Vamos voltar à sua infância. Quantos anos você tinha quando começou a tocar guitarra?

Eu ganhei uma guitarra no meu aniversário de sete anos, apesar de eu já ter aprendido alguma coisinha no Ukulele do meu pai, que tocava no estilo de George Formby. Ele me deu um fundo instintivo. Eu peguei muito da minha música de amor do meu pai.
Eu tinha um pequeno kit de rádio, que meu pai tinha me ajudado a fazer e eu costumava deitar sob um cobertor com meus fones de ouvido, que anteriormente haviam pertencido a um submarido alemão, e ouvir a rádio luxembourg. Era maravilhoso ouvir rádio... o começo de Motown, Little Richard, The Everly Brothers, Ricky Nelson, Elvis and Buddy Holly & The Crickets, que me deixaram muito empolgado. E tinha um ar de proibição também, porque não era muita coisa que se ouvia nas rádios da Inglaterra normalmente.

Como você acabou construindo sua guitarra com o seu pai?

Meu pai era muito adepto ao trabalho manual, mas ele também era engenheiro eletrônico, então ele tinha o know-how. Eu arrumei uns imãs, enrolei uns fios neles, liguei as pontas no radinho feito em casa do meu pai e coloquei os captadores que eu tinha feito no meu violão. funcionou e fez um som elétrico maravilhoso e eu fiquei muito entusiasmado dali em diante.
Quando eu construi minha guitarra, eu comprei uns captadores por mais ou menos 3 libras cada um para substituir os que eu havia feito em casa, e esse foi a maior despesa da guitarra... o resto todo junto deu provavelmente uma libra, porque foi tudo feito com um monte de lixo que estava amontoado na oficina do meu pai.. A madeira que usamos era de uma lareira de 100 anos. Nós trabalhamos em cima disso no nosso tempo livre na oficina do meu pai, e demorou uns dois anos. Nós íamos no fim da tarde e esculpíamos um pouco com nossas ferramentas.



Mal sabia você que aquela guitarra feita a mão se tornaria sinônimo do seu som único.

Não, eu não fazia idéia. Mas eu sabia o que eu queria... já naquele tempo, eu acho que foi lá, por ter ouvido o começo das guitarras de rock'n'Roll. Seus sonhos criam forma rapidamente nessa idade. Eu acho que foi provavelmente Buddy Holly, mais que qualquer um.

Quão difícil foi escolher entre astronomia e música?

Foi muito difícil, verdade, mas minha solução foi ir com tudo nas duas, e eu acho que é assim que eu soluciono a maioria das coisas na vida. Eu não sou muito bem em tomar decisões, e, por incrível que pareça, eu não me lembro de tomar aquela decisão, quando eu parei com a astronomia - simplesmente aconteceu - então teve um pouco de inevitabilidade. Nós estamos meio que acelerados no tempo para quando eu já tinha feito 4 anos meu PhD na universidade. Eu já tinha tentado mandar duas vezes e me disseram para voltar e fazer mais alguma coisa e eu pensei "eu não aguento mais", mas não foi tipo "eu estou desistindo da astronomia agora", foi "tá bom, aqui é a bifurcação e eu vou pelo caminho da música". Eu não me lembro de tomar uma decisão mais dramática que essa. Não foi uma epifania, e eu nunca perdi minha paixão pela astronomia, então foi extremamente libertador para mim poder voltar para ela recentemente e terminar aquela tese.

Do que você se lembra do velho Smile, a banda na qual você estava antes do Queen?

A gente tinha uma pequena organização na escola, chamada 1984, e nosso vocalista se chamava Tim Staffell.
Quando eu entrei na universidade, eu saí dos arredores de Londres e fui morar no centro, o que foi um marco, porque eu achei que a banda já dera tudo o que tinha para dar. Então eu e o Tim formamos o Smile. Eu coloquei um anúncio procurando um baterista e nós queríamos alguém que tocasse como Ginger Baker, Mitch Mitcher e Keith Mossn. Roger respondeu ao anuncio e disse que podia fazer tudo aquilo.
Ele montou sua bateria na sala Jazz do Imperial College e, uma vez que ele começou a tocar, houve uma mágica e era completamente único.
Ele tinha tudo aquilo... ele era perfeito. Ele soava como uma gravação desde a primeira batida. Eu nunca tinha ouvido nada como aquilo, e eu fiquei entusiasmadissímo. Assim que começamos a tocar juntos, houve uma mágica, e nós dois sabíamos disso. Os sons simplesmente se misturavam perfeitamente e tudo aquilo se resolveu sem muita discussão.
Obviamente os outros elementos ainda estavam por vir. Freddie e Tim estudavam desenho gráfico no Ealing Tech e o Freddie costumava vir aos nossos shows sempre arrumado e confiante, mas na verdade, ele era tímido. Ele chegava em nós no fim do show e dizia "bom, é muito empolgante, mas vocês não vestem as roupas apropriadas e não fazem um show apropriado, e, por que não se comunicam com o público?" nós pensávamos "do que ele está falando? ele faz melhor ou só está falando?"
Nós fomos vê-lo cantar na sua banda, e já naquele tempo, ele estava em velocidade máxima. Você mal conseguia acompanhá-lo. Ele estava muito entusiasmado e fazendo muito barulho, e nós não sabíamos o que fazer com aquilo (risos). Ele era muito estranho, devo dizer. Nós nunca tínhamos visto nada como aquilo.
O Smile acabou porque o Tim estava ficando frustrado e ele saiu. Roger e eu ficamos meio perdidos, porque nós tínhamos um contrato com a gravadora, que acabara de virar lixo, mas Freddie disse "não, vocês não vão desistir. Eu vou cantar com vocês e nós famos fazer isso, isso e isso." e nós: "ah, tá bom" (risos).
Nós tocamos juntos pela primeira vez numa palestra no Imperial College, e Roger trouxe um velho amigo que tocou baixo. Freddie chegou cheio de idéias para músicas e nós tínhamos algumas idéias então nós já estávamos fazendo nosso próprio material e mais nada, com excessão de Jailhouse Rock e Big Spender, que estavam lá só por diversão. O som não tava muito legal e nós passamos por vários baixistas, mas nenhum dava certo.
Conhecemos John Deacon mais ou menos em 72. Nós ensaiamos com ele e no minuto que ele ligou o amp e começou a tocar, foi mágico, e aí nós tínhamos uma "criatura orgânica" pronta para agitar. Eu diria que o Queen que você conhece e, de preferência, ama, realmente nasceu quando o John entrou... Foi aí que o último tijolo foi no lugar.

Quanto tempo demorou arrumando a música e o som antes de lançar o primeiro álbum em 1973?

Demorou um tempão, e foi um tempo muito frustrante, porque nós fizemos um monte de demos e todas as gravadoras diziam "não tá ruim, mas voltem daqui alguns anos". Não estava trazendo empolgação. Nós entramos no London's Trident Studios, que se ofereceu a fazer um álbum e vendê-lo para nós. Pareceu uma boa idéia na hora, mas nós só podíamos ir lá quando estava fechado, estivesse livre. "David Bowie acabou de sair, venham e gravem uma hora, garotos". Então nós gravamos o álbum de um jeito terrivelmente fragmentado, mesmo já tendo as músicas. Nós sentíamos que não estávamos indo a lugar nenhum.
Sob a influência de Freddie, nós usávamos luzes, que não incomodavam ninguém, e vestíamos nossas "fantasias" e planejávamos um show, tudo antes de sermos famosos. Nós éramos muito dramáticos no palco, e nós víamos as coisas acontecendo com as bandas de Rock grandes, como Slade, e pensávamos "Onde a gente está? em nenhum lugar... não conhecemos ninguém, não temos um contrato e não podemos fazer shows." Eu acho que nos sentimos um pouco desapontados, e muito "na beirada" mesmo estando trabalhando duro.

Como vocês conseguiram um contrato com o EMI?

Nós levamos algumas das músicas que tinhamos gravado na Trident a algumas gravadoras e, de repente, todos gostaram. Para ser sincero, não tinha muita diferença, mas eu acho que o mundo tinha mudado. De repente todos nos queriam, e nós recebemos a mensagem do "chefão" da EMI, que estava de férias em Barbados, ou algum lugar assim. Ele tinha ouvido as demos e mandou um telegrama dizendo: "não façam nada antes de falar comigo. Eu quero essa banda no meu estúdio de gravação." Então a EMI assinou o contrato conosco e pronto.

O Queen soava completamente diferente de tudo desde o começo. Vocês tinham consciência disso?

É interessante, porque fomos acusados de soar como um monte de gente naquela época, e eu me lembro de pensar "por que eles escutam isso onde nós estamos?" nós tinhamos um monte de oposição da imprensa, mas eu acho que éramos bem diferentes e tínhamos bem em mente o que queríamos ser e como queríamos soar. Nossa visão era de um estranho e gigante som de rock, mas envolvido com harmonia e incorporando todos os tipos de emoção e paixão e luz e sombra. A visão estava lá, e nós tiramos tudo o que já fizemos de dentro de nossas cabeças.
Nós amávamos o The Who, amávamos Free, amávamos Yes e o primeiro álbum de Spooky Tooth, e todas as influências que tivemos quando éramos crianças, como jazz tradicional e ópera. Éra uma mistura enorme de material que era descaradamente amado e simplesmente se misturou nesse ponto.

A autoconfiança foi importante no começo?

Nossa, muito importante, porque ninguém acredita em você no começo. VOCÊ tem que acreditar e aquela crença entre nós quatro foi a cola que nos segurou juntos e a força que nos guiou. Acho que simplesmente acreditávamos ser especiais, e, por algum motivo, nós acreditávamos cegamente que tínhamos algo nunca ouvindo ou visto no mundo antes. É uma noção incrivelmente arrogante para quatro rapazes.

Você tinha consciência do som único da sua guitarra?

Eu tinha uma idéia muito clara de como eu queria que ela soasse. Eu queria que fosse como a voz humana... como James Burton, mas mais distorcida. Eu queria que ela tivesse vogais e consoantes, e eu queria que cantasse como Jimi Hendrix ou Rory Gallagher, e eu queria que falasse como Eric Clapton. Sério, eu tenho que agradecer Rory Gallagher. Nós costumávamos ir vê-lo toda semana no London Marquee, e, às vezes nós até conversávamos, e, apesar de ele ser famoso, ele era adorávelmente gentil e completamente "na dele" Eu me lembro de perguntar a ele o que fazia sua guitarra cantar e ele disse "bem, sabe, Brian, é o AC30 e sua pequena caixa, chamada de Rangemaster Treble Booster".
O segredo daquela caixa foi o que levava de uma simples palhetada para um som longo sem distorcer muito.

Então eu saí e comprei um Rangemaster Treble Booster e dois Vox AC30s, apesar de eu não saber muito bem como iria pagar. Eu me lembro direitinho. Eu liguei minha guitarra feita a mão, ainda na loja e o som entrava alí. Eu lembro de pensar que era exatamente o que eu queria.

Já que vocês quatro eram compositores, tinha muita competição entre vocês para por as músicas no álbum?

Ben Elton falou disso quando ele estava escrevendo os scripts para o nosso musical, WWRY. Ele disse: "vocês sabem que são o único grupo na história no qual todos os quatro integrantes tem um monte de sucessos?" Nós não tínhamos percebido na verdade. Nós eramos muito competitivos, e eu acho que isso foi muito bom para a nossa criatividade e nós fomos realmente beneficiados por isso, todos nós.
Você tem que brigar para por uma das suas músicas no álbum, porque elas eram escolhidas por mérito. Às vezes era difícil, porque, sou honesto, não éramos sempre construtivos uns com os outros. Eu acho que isso é uma das nossas forças, porque se um álbum saía e a crítica saía em cima, nós nunca levávamos muito a fundo, porque já havíamos dito coisas muito piores uns aos outros no processo de criação. As coisas já tinham sido destruídas e reconstruídas, então tínhamos bastante confiança que o material era forte.
Eu acho que o legal disso é que nós nunca encontramos uma fórmula, e nunca fomos ao estúdio e fizemos um álbum da mesma maneira que havíamos feito o último. Nós geralmente gravávamos a maioria ao vivo, e passávamos geralmente só uns três meses num álbum, apesar de parecer um tempão naquela época.

O Queen foi uma das mais "selvagens" das bandas dos anos 70, mas você nunca consumiu drogas.

Não. Isso é estranho, não é? eu nunca senti que precisasse de nenhuma droga, porque eu estava sempre a beira de ter um ataque de nervos, e se eu adicionasse drogas àquilo eu realmente saíria de controle. Eu gosto de ter controle emocional sobre a minha vida. Não tinha como não saber que tinha um monte de droga em volta da banda. Eu nunca fumei nem maconha, apesar de eu provavelmente ter respirado um monte (risos)

É verdade que você não percebeu que Freddie era gay?

Não, eu não sabia. Inclusive eu não acho que ele era completamente assumido no começo. Você está falando com uma pessoa que dividiu quarto com Freddie nas primeiras turnês, então eu o conhecia bem. Eu conheço muitas de suas namoradas e ele definitivamente não tinha namorados naquela época, isso é certo. Eu acho que havia um pouco de suspeita, mas eu nunca tinha pensado que ele era gay. Naquele tempo a moda era ser meio "old fashioned" então sempre havia essa dúvida na cabeça das pessoas sobre ser gay ou não. Era um "terreno seguro".
Eu lembro que perguntaram pro Freddie se ele era gay em uma velha entrevista e ele disse "Sim, querido, claro. Eu sou tão gay quanto uma margarida". Foi um jeito esperto de ir colocando o assunto no ar, porque o Freddie não era nada bobo. Eu sei que durante toda sua vida, Freddie não achava que o fato de ele ser gay ou não era importante. Ele amava música, amava seu trabalho, e ele não queria que nada atrapalhasse.

Qualquer um que retratar Freddie como uma simples história gay está perdendo MUITO o ponto.
Olhando para o que já se passou, o estilo de vida hedonista dele, às vezes se deixou mostrar muito na sua música!

Sim, isso é uma triste interpretação errada de Freddie, porque ele tinha muita alegria em tudo. Ele era um ótimo "vivedor" da vida. Fui eu quem escrevi isso; singer of songs, lover of life. Era assim que ele era...
Ele levava alegria a tudo e eu acho que sua maior alegria era a música. Ele curtia tudo ao máximo e tinha um espírito muito livre. Eu acho que a maioria de nós se preocupa com estar agradando as pessoas, mas Freddie tinha a habilidade de pensar "Não, eu estou agradando a mim mesmo, e eu vou fazer o que eu quero fazer. Eu tenho um estilo de vida e é este." Ele viveu totalmente do jeito que ele queria.

Qual dos antigos álbuns do Queen voce diria ser o mais forte?

Eu não faço idéia... eu gosto de todos (risos). Depende no padrão que você está aplicando. Eles foram todos vitais no nosso desenvolvimento. Um dos meus favoritos, pessoalmente, é o Queen II, porque foi um grande salto naquela época... foi o maior sucesso num single que nós fizemos em toda nossa carreira. De repente nós pudemos usar toda nossa força e coisas que aprendemos, e nós tínhamos um pouco de dinheiro e um pouco mais de tempo para usar.
Toda a guitarra e as harmonias vocais e a orquestra começaram a criar forma no Queen II. Não foi um sucesso de vendas, porque era muito complexo e difícil de ser entendido, o que nos fez lançar Sheer Heart Attack bem simples. Muita gente se refere àquele álbum como um tipo de rock sobre o qual as coisas são construidas, porque eu acho que esse álbum destilou o sentimento rock and roll muito claramente.
A Night At The Opera tem um sentimento perfeito. Tudo se encaixou tão bem e as cores se combinaram, e musicalmente, houve um salto enorme em complexidade. Tudo que a gente tinha começado do Queen II nós colhemos no ANATO.

E os álbuns dos anos 80?

Por incrível que parece, meu favorito é o Made In Heaven, porque nós começamos com apenas uns pedaços do que Freddie tinha deixado, apesar de ele ter feito pedaços muito vitais. Foi um real laboratório de amor. Nós costuramos tudo aquilo com o que nós teríamos feito se Freddie estivesse por perto. Teve muita devoção.
Tinha um sentimento de tranquilidade, que é parte da maneira como Freddie nos deixou. Eu também adoro o The Miracle porque ele tem um jeito de que tem algo no ar.

O que você destaca do seu tempo com o Queen?

Vou destacar só um momento - a primeira noite no Budokan em Tokio, quando Freddie parou o show porque eles estavam brigando e se espremendo tão apertadinho que pareciam que eles iam explodir. Foi assustador, mas maravilhosamente empolgante. Nos haviam contado que os japonese não iriam reagir ou mesmo levantar de seus assentos, e, quando subimos no palco, o lugar explodiu numa disputa. Nós não éramos rockstars naquela época ainda - éramos só meninos - então ser tratados como um fenômeno tipo os Beatles era incrível. Eu lembro do frio que senti na minha espinha aquele dia.

O que você se lembra do Live Aid?

Nós fomos chamados pelo Bob Geldof, que foi bem claro: "toquem uns puta sucessos". Nós juntamos os nossos hits instantâneos, arrumamos tudo no tempo que tinha sido pedido. Quase mais ninguém escutou Bob, mas como nós seguimos suas recomendações a risca, funcionou.
Nós estávamos muito concentrados, e eu acho que nós ensaiamos o Live Aid por umas duas semanas. Nós usamos cada segundo do nosso tempo no palco. Eu nunca tinha vivido nada como aquilo. Eu lembro de ver todas aquelas mãos no ar e percebendo que aquela não era a nossa platéia, porque a maioria das pessoas tinha comprado os ingressoas antes de sermos anunciados. Ver que nós podíamos nos conectar naquele nível, realmente nos fez arrepiar.

Você ficou aterrorizado?

Não, nós estávamos cheios de alegria. Se o Bob não tivesse vindo pessoalmente e explicado o que era aquilo realmente, quando nós estávamos em turnê, eu não acho que teria dado certo, porque Freddie estava "Ah, não sei, quem liga?" Ele achou que seria só problema.

Por que você acha que a musica do Queen se conecta com sucessivas gerações?

Eu me surpreendo ao ver quantos jovens vêm aos nossos shows e ao nosso musical. Eu recebo um monte de cartas de adolescentes que sabem exatamente de onde viemos, o que é incrível. As pessoas me perguntam porque a música do Queen continua aí, e eu nunca fui capaz de responder essa pergunta. Por alguma razão, nossa música se conecta com as pessoas num estranho nível humano e espiritual, e parece atravessar gerações, o que é de uma sorte incrível, se você quiser chamar de sorte.






Tradução: Jessica Strasburg especialmente para QueenBrazil.com.


sábado, 7 de fevereiro de 2009 

Crianças aprendem música ouvindo e tocando Queen

Notícia enviada por Mônica Travassos:
Fonte:brianmaynews


Titulo: Crianças na Venezuela aprendem música tocando Queen

Noticia: Existe um sistema de educação musical na Venezuela, chamado \"El sistema\", que encoraja crianças, que vivem na pobreza, a aprenderem música clássica. Este sistema começou em Barquisimeto. O álbum Queen Guitar Rhapsodies by Carlos Bonell foi lançado em outubro do ano passado.
Para mais informações: http://www.queenguitarrhapsodies.co.uk/
http://www.carlosbonell.com/
Para ver o vídeo sobre o sistema educacional (de arrepiar):

http://www.youtube.com/watch?v=4jJZTF_QNTI


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009 

PRESS RELEASE: SingStar® Queen Will Rock You!

PRESS RELEASE: SingStar® Queen Will Rock You!

Queen ganha seu próprio SingStar para Playstation3 e Playstation 2
Em Março, amantes do rock poderão recriar a excitação e a magia do grupo Queen em sua própria sala de estar, sai pela Sony Computer Entertainment Europe (SCEE). As faixas que contém os maiores sucessos do grupo Queen, uma das bandas mundiais favoritas que vendeu mais de 300 milhões de álbuns, as faixas que são distribuídas nas décadas de 70, 80 e 90 estão disponíveis para os dois consoles mais recentes da Sony (25 faixas para PS3 e 20 para PlayStation 2)

Segue abaixo a lista de faixas disponíveis no SingStar:

PlayStation 3

PlayStation 2

A Kind of Magic

Another One Bites The Dust

Another One Bites The Dust

Bicycle Race

Bicycle Race

Bohemian Rhapsody

Bohemian Rhapsody

Breakthru

Breakthru

Crazy Little Thing Called Love

Crazy Little Thing Called Love

Don't Stop Me Now

Don't Stop Me Now

Fat Bottomed Girls

Fat Bottomed Girls

I Want It All

Hammer to Fall

I Want To Break Free

I Want It All

Innuendo

I Want To Break Free

One Vision

Innuendo

Play The Game

Killer Queen

Somebody to Love

One Vision

These Are The Days Of Our Lives

Play The Game

Tie Your Mother Down

Radio Ga Ga

Under Pressure

Somebody to Love

We Are The Champions

The Show Must Go On

We Will Rock You

These Are The Days Of Our Lives

Who Wants To Live Forever

Tie Your Mother Down

You're My Best Friend

Under Pressure

 

We Are The Champions

 

We Will Rock You

 

Who Wants To Live Forever

 

You're My Best Friend

 

Lançamento em 13 de Março no Reino Unido.


 

Turnê fictícia realiza o sonho de ser um astro do rock - Realize seu sonho no SESC

Antigamente, quem desejava exibir seus riffes de guitarra tinha que montar uma banda e atormentar a vizinhança com o barulho na garagem. Hoje, o sonho de ser um astro do rock está ao alcance de um game e pode ser vivenciado pela Rock Band e Guitar Hero World Tour, no Sesc Santana, durante os dias 7, 14, 21 e 28/2

Nestes jogos, os competidores viram músicos, e além de realizar a melhor performance na guitarra, baixo, bateria e vocal, ainda devem atuar e se entrosar como uma banda de verdade, como se estivessem em um grande concerto. O repertório inclui grandes nomes do repertório pop rock internacional, como Rush e Queen, até sucessos atuais como Blink 182 e Paramore. corra parajogarEste é o último fim de semana da exposição A História dos Games, no shopping Frei Caneca (tel. 3472-2000). São sete módulos representando cada geração: Odyssey, Atari 2600, Master System e Nintendo, Mega Drive e Super Nintendo, Nintendo 64 e Playstation I, Game Clube e Playstation II, Nintendo Wii e Playstation III. No domingo haverá uma competição valendo um Playstation II.

band e guitar hero world tour

Sesc Santana - Tel. 2971-8700.

Dias 7, 14, 21 e 28/2, das 16h30 às 18h30.

Grátis.



http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=17,32858


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 

ATENÇÃO FÃS CARIOCAS.. SHOW DE BANDA COVER DO QUEEN

Dia 06/02 Imperdível show do Queen Vision~- no Rio de Janeiro.
Maiores informações acessem:
www.saloon79.com.br
www.myspace.com/queenvisionbrasil

Apoio cultural do site Queenbrazil!!!

 

Notícias em Español..

Hola amigos, por termos uma parceria muito prazeirosa com os fãs da Argentina, Chile , Peru e outros locais que hablan español.. continuaremos postando vez ou outra notícias no idioma deles:

1)Homenaje a "La Reina":

Por Carolina Croci (Infobae.com) One & Dr. Queen, la banda argentina dedicada a rendirle tributo a la agrupación británica Queen, presentará un show de gran impacto visual titulado Freddie es la reinaOne & Dr. Queen, la banda argentina dedicada a rendirle tributo a Queen, se presentará el próximo jueves 26 de febrero, a las 22, en el Teatro ND Ateneo, sala ubicada en la calle Paraguay 918 de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, donde realizará un espectáculo totalmente renovado que llevará por titulo Freddie es la reina.En el mencionado concierto que constará de una gran apuesta visual se podrá apreciar la evolución de Queen durante su historia, desde sus comienzos, con sus extravagantes vestimentas, pasando por las dos etapas más diferenciadas del prestigioso grupo inglés: la década del setenta y la del ochenta.La gira de One & Dr. Queen continuará recorriendo, además de nuestro país, gran parte de Latinoamérica, proyectándose por Brasil, Uruguay, Ecuador, Bolivia, Colombia, Paraguay y Chile.Cabe destacar que One, la cual está compuesta por Jorge Busetto en la piel de Freddie Mercury, Álvaro Navarro Kahn en la del guitarrista Brian May, Andrés de Charras como Roger Taylor y Patricio Lafleur personificando al baterista John Deacon, ha sido invitada para participar durante el mes de septiembre en el memorial Day de Montreux, Suiza, donde anualmente se conmemora el natalicio del recordado cantante nacido en una pequeña isla del archipiélago de Zanzíbar, Tanzania.
enviado pleo Quennero

2)Vejam este vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=w0A-z3Pxdpg

3)1El show debe continuar :

"William Peña"
visiten este link:

http://es.videogame s.games.yahoo. com/blogs/ juegos/article/ 3190/


El show debe continuarmar feb 03 13:26 por Jorge Mediavilla La desgraciada muerte de Freddie Mercury no ha apagado su estrella. El show debe continuar, como dice el título de una de sus canciones más famosas, y lo hace por todos los medios, esta vez en la PlayStation por medio de un nuevo SingStar que te permitirá ponerte en la piel del legendario cantante de Queen. A partir de marzo, los amantes de este mítico grupo tendrán la oportunidad de cantar "We Will Rock You", "We Are the Champions" o "Don't Stop Me Now", entre muchos otros tanto en la PlayStation 2 como en su sucesora. Aunque el videojuego se podrá disfrutar en ambas plataformas, las versión de PS3 cuenta con el extra de que tendrá 25 canciones frente a las 20 que podrán disfrutar los usuarios de PS2. Queen ha vendido más de 300 millones de álbumes y en su honor se ha hecho el musical de éxito mundial "We Will Rock You", pero seguramente este videojuego les haga ganar más dinero que con muchas de sus anteriores producciones. Los juegos musicales están ahora en la cresta de la ola y están permitiendo a muchos grupos aumentar como nunca sus ganancias en un momento en el que la industria de la música está de capa caída. Por ejemplo, Aerosmith ha confesado que ha ganado más dinero con el Guitar Hero Aerosmith que con cualquiera de sus discos y muy pronto Metallica recorrerá el mismo camino permitiéndonos meternos en la piel de este potente grupo. No hay cosa que más nos gustaría que poder tocar y no solo cantar, que es lo que permite SingStar Quee, los temas de Freddie Mercury.Pero si lo tuyo es solo cantar, tienes a tu disposición un montón de SingStar que te permitirán sentirte el rey de la fiesta cantando temas tan variopintos como ABBA, canciones de OT o clásicos de la música españolaDisfruta con el vídeo antes de opinar:


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009 

John Deacon, citado em entrevista como grande baixista....

Curt Smith , da banda Tears for Fears, em uma entrevista ( part3), fala de John Deacon, seu jeito de tocar e de se relacionar com a banda.. Além disso, vale l ver a entrevista na íntegra, pois há algumas partes muito interessantes.O mais legal, é que memso após anos afastado, este grande músico não é esquecido, nem seu maravilhoso trabalho junto ao Queen.... Pois é.. quem nasce pra majestade, nunca perde a coroa!!!

http://www.facebook.com/home.php # / vídeo / video.php? v = 1015195705029 & OID = 2207234029

Enviado pela minha amiga Isis ( aussiequeen)


domingo, 1 de fevereiro de 2009 

Queen No Hard Rock Café....

Olá.. acabei de receber de uma "pulguinha" amiga minha a seguinte informação:

Dia 2 de fevereiro, nesta segunda feria, Queen + Ben Elton estarão no Hard Rock Café, em Manchester para um encontro fechado.. Porém, será possível encontrá-los tirar fotos e conseguir algum autógrafo.... isso será por volta das 18 horas ( horário local)..e por favor, fãs e amigos latinos que estejam por perto.. compareçam.

 

Bohemian Rhapsody, não foi o primeiro Vídeo clip.....

Olá, queennies.. Segundo NÍLBIO THÉ, em entrevista ao jornal Globo ( diário do nordeste), ele cita entre outras coisas a seguinte informação:

"É comum dizer que o primeiro videoclipe foi "Bohemian Rhapsody", do Queen, até porque o vídeo surge nos anos 1970, antes disso só película cinematográfica, mas ele na verdade é o ponto culminante de uma série de outros trabalhos. O "Balé Mecânico", de Lerger e Murphy, por exemplo, é um clipe perfeito e ele foi realizado em 1924."

A entrevista toda no link:


http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=611297

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