Pessoas que desconhecemos estão utilizando-se do nome Queen Brazil para tentar confundir as pessoas e induzí-las acessos errôneos pela semelhança do nome e do conteúdo dos sites. Informamos que o web site Queen Brazil é acessível através dos seguintes endereços na internet há quase dez anos:
Os nossos endereços tem a palavra Brasil grafada com o Z seguindo o padrão do nome em inglês, ressaltamos que esses endereços são os únicos que direcionam as pessoas ao verdadeiro QueenBrazil.com.
Qualquer outro endereço com grafia diferente do disposto acima não é de nossa responsabilidade e não tem relação alguma conosco.
Acreditamos que a intenção dos criadores do endereço com S é confundir, não temos a mínima ideia do porquê da atitude. Em um Universo infindo de palavras, utilizar-se da mesma combinação com apenas uma sútil diferença torna a questão suspeita, principalmente quando o tema dos sites é o mesmo, o grupo Queen.
Por gentileza, tomem nota e adicionem aos seus favoritos os verdadeiros endereços do verdadeiro Queen Brazil:
Algumas medidas já estão sendo tomadas junto aos órgãos regulamentadores dos domínios da web.
Atenciosamente,
QueenBrazil.com
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Some people are using the name Queen Brazil to try to confuse people and induce them to access a wrong website.
Please note that the Queen Brazil web site is accessible through the following addresses on the Internet for almost ten years:
- http://www.queenbrazil.com
- http://www.queenbrazil.com.br
In our address "Brazil" is written with the letter "Z" following the international standard, we emphasize that these addresses are ones that direct people to QueenBrazil.com.
Any other address with a different spelling of the foregoing is not under our responsibility and has nothing to do with our work.
We believe that the real intention of this address very similar to ours, is just to confuse, we don't understand why they have taken this attitude, there is an infinity of words that could be used without using a combination that differs by a subtle difference, especially when the subject of both sites is the same, the group Queen.
Please take note and add to your favorites the address of our website, the Queen Brazil:
- http://www.queenbrazil.com
- http://www.queenbrazil.com.br
Some actions have been taken along the regulatory domain of the web.
Regards, QueenBrazil.com
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Lucas Marques webmaster@queenbrazil.com -- Alba Cássia ladytaylor@queenbrazil.com
(...) ric Singer: Pra mim é isso que Paul faz. Paul tem conseguido manter um alto nível no que tange a entretenimento e ser um frontman. Só há um punhado de caras nessa categoria em minha opinião. Freddie Mercury, Mick Jagger, Paul Stanley, Steven Tyler, David Lee Roth.(...) (..)ric Singer: Geralmente eu sou bom pra lembrar quando ouço uma faixa e saber se sou eu ou não pelo tipo de enchimento que eu dou. Todavia, muitas vezes quando eu toco com uma banda em particular eu tento me encaixar no estilo deles e não necessariamente emular o baterista mas tentar emular o estilo da banda. Por exemplo, eu toquei com o Brian May e a gente tocava canções do Queen. Eu estava tentando aprender as partes de bateria do disco do Queen do jeito que Roger Taylor as tocou, apesar de não ter o sentimento de Roger. Mas eu definitivamente tentei tocar as partes de bateria razoavelmente corretas se modo que elas soassem bem como o arranjo certo de uma canção do Queen.(..)
veja na íntegra: http://whiplash.net/materias/entrevistas/104079-kiss.html
Brian May, Steve Vai, Jack Black e Justin Hawkins (The Darkness) são alguns dos convidados do novo álbum de Meat Loaf, Hang Cool Teddy Bear. Mas a participação mais surpreendente é a do ator Hugh Laurie, o doutor House, tocando piano em uma das faixas. O convite a Laurie foi feito depois de Meat Loaf participar de um episódio da quinta temporada de House.(..)
Fato inusitado: Dois fãs estavam no Garden Lodge em 24-11-2009 prestando suas homenagens a Freddie, quando por acaso surge num taxi a figura de Mary Austin (ex- namorada de Freddie e grande amiga), que não aparece na mídia há tempos. Eles tentaram um diálogo assim que a mesma desembarcou do carro, mas apenas conseguiram um seco "sorry" enquanto ela entrava pela porta do Studio.
Não se dando por satisfeitos, eles subiram no muro e filmaram o interior da propriedade, cremos que não foi por mal, mas sim por grande curiosidade, porém ressaltamos que julgamos a atitude perigosa, afinal eles poderiam ter sido presos, seguem os vídeos na sequência:
Finalmente temos as fotos oficiais do Australian AQ AQ Queen Fan Gathering Ballarat que ocorreu em27 de fevereiro de 2010. Por favor, verifique as fotos aqui:
http://www.aussiequeens.com/aq2010/
Um grande obrigado a todos os membros que participaram do nosso primeiro encontro., e á todos que apoiaram mesmo distantes.
O evento foi um sucesso ( pelo que vocês podem ver nas fotos), pois foi feito por fans de coração, que amam a banda, e isso é com certeza o ingrediente principal. Parabéns á Isis e sua equipe por fazer uma noite de tanta alegria e emoção. Nos vemos em Melbourne.
RIO - Em 1981, o Queen fez o que parecia impossível e era considerado loucura por outras bandas de rock: uma turnê na América do Sul, inclusive pelos países governados por ditaduras, como o Brasil. No estádio do Morumbi, em São Paulo, 130 mil pessoas cantaram "Love of my life". O líder da banda, Freddie Mercury, emocionou-se e percebeu que sua música poderia ser sinônimo de libertação para os outros, assim como havia sido para ele. "Na América Latina houve um antes e um depois do Queen, em matéria de música e de shows", escreve o francês Selim Rauer, cuja biografia "Freddie Mercury" está sendo lançada por aqui, pela editora Planeta. A obra indica que é possível dizer, ainda, que Mercury foi responsável por um antes e depois na cultura pop.
De origem persa, Mercury nasceu em Zanzibar, uma região insular da Tanzânia, na costa africana, em 5 de setembro de 1946. Ele foi batizado Farrokh Bulsara, teve uma educação religiosa, estudou num tradicional colégio inglês na Índia e só se mudou para o Reino Unido no início dos anos 1960. Bulsara era um garoto vindo de uma colônia que aterrissava no meio da revolução do rock.
"Queen não seria possível hoje", diz autor
O Queen, então, foi formado nesse ambiente. A banda surgiu em 1970, a partir da dissolução do Smile, grupo do qual faziam parte o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor. O álbum de estreia, já com Mercury (devidamente rebatizado e assumindo uma identidade roqueira) e com o baixista John Deacon, foi lançado em 1973 e intitulado simplesmente "Queen".
- Eu acho que a realidade da música hoje é outra. Bandas como Queen, Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd ou U2 não são mais possíveis. Vivemos outro tempo, e as novas gerações lidam de outra maneira com a música. Bandas reais significavam músicos reais, artistas reais. E, na minha opinião, não há muitos artistas reais na indústria musical hoje - explica, em entrevista ao GLOBO, Selim Rauer. - Freddie Mercury foi uma junção única de um artista real e de um músico original. Ele foi pioneiro. Como Gilles Deleuze costumava dizer: existem os criadores e existem aqueles que só seguem o que foi criado.
Hoje com 31 anos, Rauer lançou a primeira edição de seu livro em 2008. O autor tem formação em teatro, já dirigiu peças e escreve um blog para o site do jornal francês "Le Monde", onde trata de temas aparentemente opostos, como a música do U2 e os pensamentos de Deleuze. Antes de escrever "Freddie Mercury", ele havia publicado um romance, um ensaio sobre terrorismo e duas compilações de poemas.
- Esta biografia é muito diferente do que eu fiz antes, mas há pontos em comum nos temas - explica. - Minha experiência como dramaturgo e diretor de teatro certamente contribuiu para me dar ferramentas de interpretação do trabalho de Freddie Mercury. Eu percebi, durante a concepção do livro, que Freddie Mercury entendeu a complexidade do teatro. Ninguém podia se igualar a ele como intérprete, cantor e showman num palco.
Naturalmente, uma estrela como Mercury teve muitas outras biografias publicadas antes da de Rauer. O autor, porém, destaca um caráter singular em sua empreitada:
- Os outros que escreveram sobre ele eram jornalistas, críticos de música ou colaboradores próximos. Mas acho que é a primeira vez que um escritor faz um livro sobre Freddie Mercury. Isso quer dizer que eu procurei transcrever a complexidade de sua vida, o homem e o artista, enxergar seus conflitos. Meu objetivo foi fazer um ensaio biográfico.
Mas a grande dificuldade que todos sempre encontraram em tratar da vida de Mercury era a sua reclusão. O cantor que, no palco, se transformava numa "diva dos tempos modernos", nas palavras de Rauer, tentava manter sua vida pessoal longe dos holofotes, bem diferente de estrelas como David Bowie e Mick Jagger. "Sua personalidade profunda e timidez o levavam a evitar tudo o que fosse mundano", escreve Rauer.
Porém, às tentativas de preservar sua privacidade juntaram-se tentativas da imprensa de celebridades de devassar sua rotina, sobretudo quando se tratava de sua sexualidade. Em maio de 1988, o jornal britânico "The Sun" publicou fotos e revelações entregues por um ex-assistente de Mercury. A reportagem, intitulada "Todos os homens da rainha", dizia que dois de seus ex-amantes haviam morrido de Aids e relatava o consumo de drogas.
" Freddie foi o sonho de uma criança nascida numa ilha da África, que venceu num país estrangeiro até se tornar um dos maiores artistas de sua geração. Sua vida foi ao mesmo tempo exemplar, fascinante, apaixonante e trágica " -------------------------------------------------------------------------------- Lembrando: era 1988. Estar contaminado com o vírus da Aids, naquela época, não significava apenas a certeza de morte, mas também uma condenação moral da conservadora opinião pública. Mercury descobrira ter a doença meses antes de a especulação aparecer na imprensa. Segundo a biografia, ele disse a seu companheiro, Jim Hutton: "Se quiser me abandonar, eu entendo".
Hutton não o abandonou, assim como não o fizeram os outros integrantes do Queen. Enquanto negava a doença publicamente, Mercury chamou May, Taylor e Deacon para uma conversa. A banda estava reunida para gravar o álbum "The miracle". "Acredito que vocês precisam ficar sabendo o que eu tenho. Até onde sei, não existe remédio para curar essa doença. Não sei quanto tempo ainda tenho diante de mim, mas quero que continuemos avançando e trabalhando como sempre fizemos", disse. Todos entenderam e nunca falaram com ele sobre a Aids.
Mas as consequências da doença foram afetando-o aos poucos. Seus cabelos caíam, orifícios apareciam na pele, e as explicações públicas de que ele sofria do fígado não eram mais convincentes. No segundo semestre de 1991, ele lançou a música "The show must go on", enquanto tomava a decisão de interromper o tratamento contra o avanço do HIV. "Era um modo de acelerar a morte", escreve o biógrafo. Em 23 de novembro, a pedido do cantor, o mundo foi informado de sua verdadeira condição de saúde. No dia seguinte, um domingo, Mercury morreu. O show deveria continuar. Mas de outro jeito.
"Uma vida apaixonante, fascinante e trágica"
- Freddie Mercury compreendeu que uma utopia não é impossível, é apenas o que você não alcançou. Quando você alcança a utopia, ela se torna realidade. Ele foi o sonho de uma criança chamada Farrokh Bulsara, nascida numa ilha da África, que venceu num país estrangeiro até se tornar um dos maiores artistas de sua geração e uma lenda mundial. Sua vida foi ao mesmo tempo exemplar, fascinante, apaixonante e trágica - diz Rauer.
Antes de mais nada, caros leitores, já lhes aviso: Meu conhecimento relacionado à música é similar ao de cinema: O adquiri apenas como consumidor. Ainda nesse tema, compartilho aqui de uma curiosidade: Até aproximadamente meus 12 anos, meu gosto musical era ínfimo. Graças principalmente ao meu pai, que me apresentou ao que eu gosto de chamar de “música que presta”, eu tive o imenso prazer de conhecer Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd e, a partir daí, uma infinidade de outras bandas.
Os anos passaram, infinitas coisas aconteceram, e chegamos ao dia de hoje. Chegamos à resenha do álbum The Resistance, da banda inglesa Muse – uma das favoritas do Artilheiro que vos escreve. À seguir, vocês encontrarão uma análise faixa-a-faixa do álbum lançado em setembro desse ano.
(...)
4. United States of Eurasia Eis a música que, junto com Resistance, figuram no topo do álbum. United States of Eurasia tem, de longe, a letra mais bonita e instigante de todo o CD (destaque, dessa vez, para os versos “Essas guerras, elas não podem ser vencidas(…)/Porque dividir esses territórios, quando deveria existir apenas um?/E essas guerras; elas não podem ser vencidas/Será que alguém sabe ou se importa em saber como elas começaram?). Novamente os backing vocals entram em ação; a sincronia dos integrantes e a produção é tão perfeita que os entusiastas lembrarão-se de Bohemian Rhapsody, do Queen. O que realmente chama a atenção aqui, porém, é a melodia. Em instantes, ela te faz querer levantar e começar uma nova revolução. Em instantes, porém, te dá vontade de recostar na cadeira e relaxar. No fundo, a letra refere-se ao megacontinente formado por Europa, África e Ásia, e todas as disputas (sejam essas políticas, sociais ou econômicas) que envolvem o conglomerado de países. Vale destacar que, quando a música aproxima-se do 4º minuto, inicia-se um solo de piano inspirado em uma composição de Chopin.
(...)
É deste modo, aliás, que a Parte III tem início. Os vocais de Bellamy só chegam aos nossos ouvidos, aliás, depois dos dois primeiros minutos de música. Antes, o que temos é um show de piano naquela que é a melhor das três partes da canção.
Depois de dissecar The Resistance, não me resta muito a dizer: Eles conseguiram de novo. Conseguiram a superação de uma banda que já havia conquistado um mar de fãs com seus três primeiros álbuns. Conseguiram impressionar a crítica, que entitulou o CD de “clássico e ousado”. Se os músicos da banda britânica precisavam provar seu talento para mais alguém, não precisam mais.
O único conselho que o Artilheiro pode lhes fornecer? Dêem um jeito de ouvir The Resistance o mais rápido possível. Mas, tomem cuidado: Como tudo aquilo que é bom demais, vicia.
*** E você fan de Queen,, já ouviu o CD o que acha?? Eles são os herdeiros do Queen? Alguém neste mundo tem a capacidade de fazer um Novo Bohemian Rapsody??
(...)Um dos ícones do começo dos anos 1990, da qual relembrei um dia desses numa edição do BBB10 (Tédio se combate com Ice), “Ice Ice baby” foi uma das músicas mais tocadas em boa parte do mundo – além de possuir um videoclipe pra lá de tosco. (...) Em 1990, David Bowie e dois integrantes do Queen (Roger Taylor e Brian May), deram entrada em um processo contra Van Winkle. Motivo? O rapper não tinha licença para utilizar a melodia-base da música “Under Pressure” (de 1982), que gerou toca a canção “Ice ice baby”. Tá duvidando? Então ouça Under Pressure aqui e tire suas conclusões. No final das contas, todos discutiram o assunto e a queixa foi retirada, sendo que após esse lance começaram a dar os devidos créditos aos músicos ingleses graças a melodia-base. E não, a culpa por Van Winkle não fazer mais sucesso nada tem a ver com esse bafafá entre ele, David Bowie e o Queen.
Acostumados a realizar apresentações em todo o Estado de São Paulo, principalmente em reuniões e eventos motociclísticos, os serranos da Banda Sete Galo se apresentarão por uma semana, na Bahia, conhecida nacionalmente pelo Carnaval e o Axé Music.
Os músicos locais Carlos (vocal e guitarra base), Adilson Fagundes (guitarra solo), França (baixo elétrico) e Digão (bateria) deverão sair de Serra Negra na próxima quarta-feira, 10 de março e ficar na Bahia até a segunda-feira, 14.
A banda se apresentará durante três Mototour Fest, em Prados. Para o evento, que chega à terceira edição são esperados bem mais que os 5.000 motociclistas e 600 moto clubes que estiveram presentes na segunda edição, em 2009, representando 15 estados do país.
A banda estará tocando na praça de eventos preparada para o encontro, que possui 3.000 metros quadrados de área, praça de alimentação, banheiros. O local fica a 150 metros da praia de Prados. A Sete Galo possui em seu repertório composições de Nazareth, Peter Frampton, Queen, Scorpions, AC/DC, Janis Joplin, Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple, Kim Carnes, Dooby Brothers, Creedence, Kiss, Iron Maiden e Rolling Stones, que são icones do Rock n’ Roll e trilha sonora obrigatória neste tipo de segmento.
No mês de abril, os músicos estarão em Piunhi-MG, entre os dias 09 e 11. Entre os dias 23 e 25, do mesmo mês, os shows acontecem em Formiga-MG. A Sete Galo é uma das atrações do 7º Tricustom – Encontro Nacional de Triciclos e Motos Custom realizado anualmente em Serra Negra.
De acordo com o guitarrista Adilson Fagundes, a Sete Galo tem propostas para outros eventos nos Estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo, para o ano de 2010. A agenda do grupo pode ser acompanhada pelo blog (http://bandasetegalo.blogspot.com), as canções e mais informações também estão disponíveis no www.myspace.com/bandasetegalo.
Semana passada, Brian esteve com Nick Herbert, secretário do Ambiente, alimentação e assuntos rurais. Brian, que assumiu seu lado protetor dos animais, tomou para si a luta e agora está mais ativo do que nunca. A conversa parece ter dado pelo menos boas possibilidades, como revogar direito á caça das raposas, entre outras ações. Brian, já está convidado á participar da próxima conferência sobre o assunto. È Dr. May.. em plena ação sócio-ambiental!!!
Uma multidão lotou o teatro para ver a versão criada pelos alunos da Combe Francis Academia produziu sua própria versão de We Will Rock You ". O público aplaudiu e cantou junto com eles à noite toda. Juntamente com o elenco principal, muitos outros atores e bailarinos participaram como membros do conjunto, durante os shows que funcionou de quinta-feira, 25 de fevereiro a sábado, 27 de fevereiro. Enquanto isso, o ex-aluno Francis Combe School Andrew Grange, que recentemente se formou na Academia Real de Arte Dramática e está atualmente trabalhando na Sadlers Wells Theatre, retornou ao projeto as luzes e equipamento para a produção da academia. Lorraine disse: "Para muitos do elenco esta foi a sua primeira apresentação e foi definitivamente o show mais longo que temos produzido e estou muito orgulhoso de todo o elenco. "Foi um prazer ver os seus percursos e estou muito ansioso para trabalhar com eles em futuras produções."
firmado em Pelotas dia 19 de março no Teatro Guarany O melhor do QUEEN desde o Queen com o Show Internacional “God Save The Queen”
RELEASE A banda internacional tributo ao Queen mais famosa do mundo, GOD SAVE THE QUEEN, se apresentará no Brasil dias 19/20/21 de Março de 2010.
Recém chegados de uma turnê pela Europa com mais de 30 shows na Espanha, Inglaterra e Suiça, onde se apresentaram diante de mais de 90 mil pessoas em cidades como Santiago de Compostela, Madri, Barcelona, Liverpool y Montreux, GOD SAVE THE QUEEN fará apresentações no Rio Grande do Sul, nas cidades de Porto Alegre, Pelotas, Caxias do Sul, e Novo Hamburgo, fazendo parte de uma extensa turnê mundial.
Logo depois, a banda continua sua turnê mundial 2010, seguindo ao continente asiático, onde realizará quatro apresentações na Índia.
Lançamento de DVD
GOD SAVE THE QUEEN vai apresentar neste show o seu DVD que foi gravado ao vivo no estádio Luna Park, em Buenos Aires em Março de 2006.
O Dvd contem 24 canções e é uma réplica exata do concerto que o Queen fez na Argentina en Março de 1981, comemorando seu 25 aniversario. Destacam-se clássicos como Bohemian Rhapsody, We Are The Champions, Play The Game e Another One Bites the Dust, entre outros temas. A reprodução do concerto envolve tambem uma minuciosa copia do cenário, som, iluminação, técnica e vestuário que utilizou o famoso grupo inglês naquele concerto.
Além dos trejeitos de cada intregrante, os fãs observarão a incrível semelhança do vocalista com Freddie Mercure.
A Historia da banda GOD SAVE THE QUEEN
GOD SAVE THE QUEEN tem seu nome original em Espanhol DIÓS SALVE A LA REINA, e é formada por quatro músicos que conseguem criar a sensação de apresentar um recital do Queen ao vivo, copiando sons, vestuários e cenário tal qual o legendário grupo inglês fez em sua extensa trajetória. Tem recebido inúmeros elogios da crítica a nível mundial, e hoje em dia é o grupo tributo ao Queen mais reconhecido do mundo.
GOD SAVE THE QUEEN formou-se em 1998, na cidade de Rosario, na Argentina. O principal objetivo do grupo foi fazer uma reprodução precisa do concerto ao vivo do Queen, alcançando seus estilos, sons, e a estética original do inesquecível show que o Queen realizou em Buenos Aires no ano de 1981, extasiando mais de 80.000 pessoas.
Os integrantes são Pablo Padín (voz, piano e violão), Francisco Calgaro (guitarra e teclados), Matías Albornoz (bateria) y Ezequiel Tibaldo (baixo).
Cada um deles representa um integrante original do Queen em cena e desenvolvem um repertório não só das músicas que o Queen tocava ao vivo, mas também com canções que o Queen somente apresentou em estúdio, como a parte em ópera de Bohemian Rhapsody.
Paul Rodgers é um puta cantor. Foi líder das bandas Free e Bad Company e nos deu sucessos como: "All right now". Mas um dos maíores equívocos foi se tornar cantor do Queen, substituíndo o ícone Freddie Mercury. Os shows se tornaram o o DVD 'Return of the Champions' que foi divertido de assistir. Quando a banda anunciou que faria um novo álbum de estúdio já me mostrei negativo. E não deu outra, 'The Cosmos Rocks' foi um disco fraquíssimo, porém a banda realizou outra turnê, fazendo shows vitoriosos no Brasil. No entanto, parece que o fôlego havia acabado.
Rodgers decidiu sair do Queen, rompendo com May e Taylor, depois de 4 anos. Mas em entrevista Rodgers dizia que não havia ressentimento e que poderiam se reuniar para shows beneficientes e alguns shows. Em entrevista ao The Pulse of Radio, Paul voltou a reforçar a idéia de que é a favor de uma nova parceria com Brian May e Roger Taylor para ocasiões especiais. Em entrevista Rodgers confirmou que não houve nenhum ressentimento com os caras do Queen, mas admite que sua passagem na banda foi mais longa do que imaginava, mas que se for convidado para trabalhos beneficientes e shows futuros adoraria participar. Será?
Agradecimentos: Flaveus Neutralis e Carolina Yorke O embrião do Queen foi a banda Smile, formada em 1968 por Brian May e Tim Staffell, estudantes do Imperial College em Londres. Através de um anúncio no mural da escola adquiriram o baterista Roger Taylor. Em 1969 embora apenas tendo se apresentado para platéias de amigos, conseguiram apoio da gravadora Mercury Records. No Ealing College of Art Tim Staffell apresentou a banda a Freddie Bulsara (vocalista de uma outra banda, Wreckage, que mais tarde mudaria seu nome para Freddie Mercury).
Em 1970 Stafelll abandonou o Smile. Brian e Roger se juntaram a Freddie e fundaram a banda Queen. Após experimentar alguns baixista a formação se estabilizou com John Deacon. Após ensaios exaustivos e dezenas de apresentações na escola gravaram as primeiras demos, que apesar da pouca repercussão lhes valeram o apoio da pequena gravadora Trident em 1972.
A partir de um acordo entre Trident e EMI foi lançado o álbum Queen em 1973 e iniciaram sua primeira turnê abrindo para a banda Mott The Hoople (rapidamente se tornando mais importante no show que a banda principal). Depois do lançamento de Queen II em 1974 a banda seguiu sua primeira turnê como headliner. Em meio às primeiras apresentações fora da Inglaterra (nos Estados Unidos) tiveram que interromper temporariamente as atividades em virtude de uma crise de hepatite de Brian May (que não participaria do início das gravações do próximo álbum em virtude da doença).
Sheer Heart Atack foi lançado em 1974 e se tornou um sucesso mundial. A turnê mundial que se seguiu teve de ser extendida, chegando a banda a se apresentar em lugares diferentes em um mesmo dia. A pressão dos shows levou Freddie Mercury a contrair uma séria infecção na garganta em meio a turnê que desta vez não chegou a ser interrompida apesar de algumas datas canceladas.
Bohemian Rhapsody foi lançada em 1975. Uma verdadeira ópera rock, no sentido mais literal das palavras. Taxada de experimentalista pela gravadora uma música como aquela dificilmente chegaria a ser um hit. Mais do que isso, porém, Bohemian Rhapsody se tornou no maior clássico da banda e seu primeiro single a chegar ao número 1. O álbum A Night At The Opera (o primeiro a ter o nome de um dos filmes dos irmãos Marx) de 1975 se tornou o seu primeiro álbum a vender mais de 1 milhão de cópias e alavancou as vendas dos álbuns anteriores. Desde os Beatles nenhuma banda inglesa havia conseguido colocar quatro álbuns entre os 20 mais vendidos de uma só vez. O próximo álbum, A Day At The Races, mesmo antes de sair às lojas já havia vendido antecipadamente meio milhão de cópias a mais que o previsto.
A sequência de álbuns e singles de sucesso prosseguiu incansável, News Of The World (1977, com os sucessos We Will Rock You e We Are The Champions), Jazz (1978), Live Killers (gravação ao vivo de 1979), The Game (1980, com a polêmica Another One Bites The Dust, acusada de ter mensagens subliminares de incentivo ao uso da maconha) e a trilha sonora para o filme Flash Gordon (1980). A banda entra na década de 80 com o acréscimo de instrumentos eletrônicos e um começo de flerte com a dance music. The Works (1984) lança os hits Radio Ga Ga e I Want To Break Free nas rádios e MTV, marcando a fase de maior repercussão da banda. Em 1986 foi lançado A Kind Of Magic, trilha sonora para o filme Highlander, e Live Magic, um novo registro ao vivo.
Os membros da banda gravaram ainda, durante os anos 80, vários álbuns solos. O destaque obviamente ficou para Freddie Mercury, com o hit I Was Born To Love You (tema de novela no Brasil) e um ábum de grande repercussão com a cantora clássica Montserrat Caballe (destacando as músicas Barcelona, tema das Olimpíadas e How Can I Go On). Roger por suas vez chegou a gravar três álbuns com seu projeto solo, The Cross. Tendo sido eleita melhor banda dos anos 80 em dezenas de pesquisas em todo o mundo a banda encerra a década de 80 com o album The Miracle, lançado em maio de 89.
Em fevereiro de 91 lanca Innuendo (Insinuaçao), album que marca a despedida do vocalista e líder Freddie Mercury. Com menções depressivas e letras subjetivas, um Freddie Mercury fraco insinua um dificil adeus, com músicas como The Show Must Go On (O show Deve Continuar) e These Are The Days Of Our Lives (Esses São os Dias de Nossas Vidas).
Alguns meses após o lançamento de Innuendo, Fred assumiria oficialmente ser HIV positivo, vindo a falecer de broncopneumonia em sua casa, 24 horas depois. Em entrevista à imprensa britânica o guitarrista Brian May lamenta a morte do companheiro de banda, dizendo ter perdido um irmão.
Ainda em 91 é lançado o album coletânea Greatest Hits II. Em junho de 92, a banda realiza com sucesso um tributo em homenagem a Fred. O show conta com participações de astros e bandas consagradas, tendo toda a sua renda revertida para o combate à AIDS. No mesmo ano lança o album ao vivo Live At Wembley '86.
Só em novembro de 95 é lançado Made In Heaven, um album póstumo com faixas ineditas. Dois anos depois, os integrantes se reencontrariam para o lançamento de Queen Rocks, com a belíssima canção, No One But You homenageando Freddie Mercury.
O último album oficial da 2ª melhor banda do mundo (segundo a a Channel4, HMV e Classic FM), foi lançado em novembro de 99. A coletânea Greatest Hits III conta com a participação de George Michael, David Bowie, entre outros...
A guitarra de Eric Clapton, “Blackie”, que foi vendida em 2004 por 950mil dólares, perdeu seu posto de mais cara. Em Doha, Qatar, foi feito um leilão que vendeu a atual guitarra mais cara. O evento aconteceu em Novembro de 2005, e a Stratocaster que foi vendida, foi assinada por vários músicos famosos. Ele foi comprada pela famíla real de Qatar por 1 milhão de dólares e doada para o programa de ajuda as vítimas do tsunami na Ásia. No mais recente leilão, esta guitarra foi vendida por 2.7 milhões de dólares. Tecnicamente, ela gerou 3.7 milhões de dólares, e por isso ganha o posto de guitarra mais cara da história. Entre as pessoas que assinaram a guitarra estão: Mick Jagger, Keith Richards, Eric Clapton, Brian May, Jimmy Page, David Gilmour, Jeff Beck, Pete Townsend, Mark Knopfler, Ray Davis, Liam Gallagher, Ronnie Wood, Tony Iommi, Angus & Malcolm Young, Paul McCartney, Sting, Ritchie Blackmore, Def Leppard e Bryan Adams.
O The Pulse of Radio relata: Quase um ano após a sua separação de Brian May e Roger Taylor do QUEEN, Paul Rodgers, diz que é a favor de uma parceria com os músicos em ocasiões especiais. Após um período de cinco anos, Rodgers anunciou em maio que QUEEN + PAUL RODGERS havia encerrado as atividades. Embora alguns membros da indústria estivessem conscientes da separação iminente, os fãs que estavam esperando ansiosamente para que a banda finalmente anunciasse datas norte-americanas para divulgar seu álbum "The Cosmos Rocks" (2008), foram pegos desprevenidos com a notícia.
Rodgers explica que não há absolutamente nenhum ressentimento entre ele, May e Taylor, mas salienta que o seu tempo com o grupo foi mais longo do que ele imaginava.
"Isso meio que se intensificou um pouco, e foi muito divertido - Eu realmente gostei. Mas eu olhei pra trás e quanto tempo... Eu disse: 'Ai, estou com esses caras já fazem quatro anos!’ E eu não quero perder meu próprio senso de identidade. Senti que estava sendo sugado para uma outra entidade - o que é uma coisa bonita - o que eles fazem. Então deixamos em aberto. Portanto, se houver algum trabalho beneficente ou alguns shows, sabe, poderíamos nos reunir e fazer isso. É assim que deixamos as coisas".
Dono de uma das vozes mais marcantes da história do Rock, Paul Rodgers fez carreira em diversas bandas, Free, Bad Company, The Firm, Queen & Paul Rodgers entre outras. Apesar de estar quase sempre ligado a bandas, Paul Rodgers também tem na sua extensa discografia, quatro álbuns de estúdio gravados em nome próprio. O primeiro álbum a solo foi "Cut Loose" lançado em 1983 neste álbum Paul Rodgers gravou todos os instrumentos. O segundo álbum de Rodgers, é um álbum especial, saiu dez anos após o primeiro e intitulou-se "Muddy Water Blues: A Tribute to Muddy Waters", neste álbum de homenagem a Muddy Waters, Paul Rodgers uniu-se a alguns dos nomes mais marcantes da guitarra, a lista é alucinante e compõe os nomes de Brian May, Buddy Guy, David Gilmour, Jeff Beck, Neal Schon, Gary Moore, Brian Setzer, Richie Sambora, Slash, Steve Miller e Trevor Rabin, este álbum contava com Jason Bonham na bateria. Em 1997 Rodgers lança o seu terceiro álbum a solo, "Now" para em 2000 ser lançado o seu último álbum a solo "Electric". Na sua carreira a solo Rodgers sempre procurou manter o seu som característico num registo de Blues/Soul/Hard Rock. A faixa "Conquistadora" é uma belíssima balada ao piano, retirada do quarto e último álbum de estúdio de Paul Rodgers. A voz forte e cheia de sentimento de Rodgers é o principal destaque desta faixa onde brilha também o piano e a guitarra com sons muito limpos e cheios de sentimento, num solo de Blues. Esta faixa dá um ambiente triste, em alguns momentos faz lembrar o interior Espanhol, em especial os acordes em estilo de flamenco que pontuam a música na sua primeira fase quer com o uso de guitarra acústica, quer com o uso de guitarra eléctrica.