îBrian May:

"Minha guitarra fala."
(Brian May)

"Durante as gravações de 'The Works' chegamos ao ponto de odiarmos uns aos outros! A tensão gerada pela guerra de egos foi tanta, que eu mesmo saí e voltei para a banda diversas vezes."
(Brian May, 1985)

"The Miracle soa tão bom por um motivo simples: quando fomos gravá-lo, deixamos nossos egos fora do estúdio. O resultado é um Queen mais natural, mais unido e autêntico."
(Brian May, 1991)

"Eu passei praticamente metade da minha vida com ele. Crescemos juntos. A morte de Freddie é como a morte de um irmão para mim..."
(Brian May, 1991)

"Desde criança eu sempre fui muito controlado e podado... Meus pais não me deixavam fazer muita coisa... Diziam que eu só podia sair ao mundo com uns 20 anos... Quando conquistei a liberdade, eu ficava muito indeciso e confuso ao tomar uma decisão... Isso tudo por que cresci muito preso. Isso não foi bom..."
(Brian May, 1989)

"Foi impressionante ver a quantidade de fãs que estavam nos esperando... eu fiquei sem palavras de tão comovido."
(Brian May, em 1991, sobre sua chegada ao Japão no início da carreira)

"Quando ele apareceu, veio com muitas idéias e um entusiasmo contagiante..."
(Brian May, em 1991, sobre Freddie Mercury)

"Tínhamos uma confiança incrível em nós mesmos, uma confiança bem cega e ridícula, mas nos julgávamos capazes de fazer qualquer coisa."
(Brian May)

"O sucesso no rock é algo que, eu acho, não tem paralelo. Em qualquer situação, é sempre divertido e diferente."
(Brian May)

"Na música These Are The Days Of Our Lives, há muitas coisas que, vistas agora, parecem ter servido para Freddie dizer adeus". (Brian May)